Eleito duas vezes pela FIFA o melhor jogador do
mundo em 2004 e 2005, melhor jogador da Copa das Confederações, dono do
troféu Bola de Prata, Bola de Ouro, possuidor legítimo do cargo de "professor de Lionel
Messi" , ídolo de Neymar (e de qualquer outro jogador que se preze),
reconhecido nacional e internacionalmente, dentuço de cabelos longos e de
um "colé" único, o Galo Forever irá relembrar hoje, a vinda dele, o
mestre, o gênio, o camisa 10, Ronaldinho Gaúcho!
O Atlético conheceu Ronaldinho e Ronaldinho conheceu o Atlético. Foi mútuo, ninguém queria ninguém, ninguém aceitava ninguém. Foi como aquele amor de jovens até então desconhecidos no estádio. Eles se olharam e com alguns segundos, já estavam apaixonados.
E como qualquer paixão que se preze há rejeição, com a torcida do Atlético não foi diferente. Dentre todas as equipes do Brasil, aí vai a porcentagem de quem queria ver o dentuço com a camisa do seu time:
Mas a insistência de Vossa Excelência Sr Presidente
Alexandre Kalil, proporcionou à nação atleticana, um dos maiores presentes da
sua história. O cara é ignorante, mas não é burro, o filho de Elias tratou de
colocar Ronaldinho Gaúcho pra atuar com a nossa camisa 49.
E quando chegou, teve gente que mal acreditou:
Com bom humor, o meia Bernard relembra como foi o dia da chegada de Ronaldinho:
" - Quando vi
helicópteros sobre o CT eu achei que tinha entrado algum ladrão aqui. Acordei
naquela manhã e não vi televisão, não fiquei sabendo de nada (sobre a
contratação). Foi uma situação diferente. Ninguém vê dois helicópteros em cima
do CT, não é normal. Não só eu como todo mundo ficou surpreso."
Ronaldinho conquistou a
MASSA com seus dribles mágicos, estrela radiante que habitava em sua chuteira
e o pacto com o Santo das bolas paradas. Pronto! O meia não era um jogador
qualquer, era, depois de Reinaldo, o maior jogador que a torcida atleticana já
tinha visto jogar. O R49!
E como toda história de
amor, as vitórias vieram de imediato. O GALO e Ronaldinho tornaram-se um só e
juntos, calaram o país.
Ele tornou-se um GALO legítimo:
Ele tornou-se um GALO legítimo:
Tornaram-se exemplo:
Venceram o câncer:
Provocaram o rival:
Tomaram a água:
E ganharam as Américas:
Não vi Pelé, mas vi Ronaldinho Gaúcho. Ele veio
procurar refúgio onde as pessoas dizem “uai” e encontrou. O preto e branco lhe
caiu tão bem, que se tornou a sua primeira pele. Nós o acolhemos.
E quando forem contar para os seus filhos e netos, nunca diga
que viu Ronaldinho Gaúcho do Barcelona, digam que viram o atleticano Ronaldinho
Gaúcho, porque é assim que ele mesmo se aprovou. Parabéns, dentuço, são dois anos de GALO! Você é um
dos nossos. Um imortal!
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